segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Citações... Willian L. Craig

Willian L. Craig - considerado um dos maiores defensores
da fé cristã da atualidade.

Em visita ao Brasil em março de 2012 como principal preletor do 8ª Congresso Vida Nova para falar na Universidade Presbiteriana Mackenzie, WILLIAN LANE CRAIG ficou impressionado com a emergência do Brasil e com o rápido crescimento da igreja evangélica brasileira, porém fez sérias críticas:

"Infelizmente o evangelicalismo brasileiro, muito comumente, é por demais emotivo, centrado em personalidade e anti-intelectual, o que resulta em um grande número de desvios e faz com que a igreja penda para o lado do evangelho da prosperidade, a heterodoxia e, às vezes, até ao sincretismo, misturando o espiritismo com o cristianismo. [...] A igreja evangélica brasileira precisa desesperadamente do ensino da sã doutrina e da apologética, se quiser concretizar seu potencial no Reino".
WILLIAN LANE CRAIG


Fonte: Revista Ultimato, nº338, setembro-outubro, 2012. Pg.16.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O ANTI-INTELECTUALISMO E A DECADÊNCIA DA IGREJA



Por André Storck

Alguns dias atrás estava passeando por este blog quando me deparei com uma crítica anônima ao texto que aborda o polêmico episódio do pastor que atrai jovens para o Evangelho usando métodos nada ortodoxos como cheirar a Bíblia, comê-la etc. A crítica embora um tanto quanto infantil chamou minha atenção para um das mais sérias dificuldades enfrentadas pelo povo de Deus atualmente, o anti-intelectualismo. (Para quem ainda não viu o texto: http://cosmovisaocalvinista.blogspot.com.br/2012/08/cheirando-biblia.html )
A imagem vale para aqueles que insistem em permanecer
na ignorância mesmo diante da luz da Palavra e do esclarecimento. Muitos
chegam a se orgulhar da própria falta de conhecimento.

No artigo o autor fez uma análise profunda e sensata sobre as raízes de um dos principais problemas da Igreja cristã nacional, qual seja, a evangelização que segue a pauta do hedonismo, ou trocando em miúdos, a busca pela satisfação das vontades, dos prazeres e das experiências extrassensoriais como gancho para atrair as pessoas para a igreja.

Não obstante o brilhantismo do raciocínio ali exposto a sagaz e débil crítica postada por um anônimo disse:

Vai evangelizar, meu filho! Jesus disse: Ide e Pregai o evangelho....Sai desse computador e vai para as ruas, para o campo!Tem(sic) almas sedentas, precisando de Jesus, Sabia?! Em vez de ficar criticando o trabalho dos outros. Para com esse negócio de Calvino, Calvino, e vai fazer o que Jesus mandou, em vez de seguir uma linha de Pensamento humano, ou vc(sic) não concorda que Calvino era humano? Tá(sic) parecendo idolatria! Temos que parar de(sic) disputas evangélicas e viver a unidade! Vc(sic) sabe o que é Unidade do corpo!”

Meus irmãos, é triste perceber como anti-intelectualismo invadiu a Igreja. Embora as Escrituras deem grande ênfase à importância do conhecimento (ex vi Ef. 1:17-18; 1Pe. 3:15-16; Pv. 1:4; Jo. 5:20; Jo. 17:3; Pv. 9:10; 1Co. 15:34 etc.) o liberalismo teológico acabou por tirar o gosto de muitos cristãos pelo estudo. O pietismo também contribuiu para isso ao afirmar - sem bases bíblicas - a maior importância das experiências ditas espirituais do que o estudo e conhecimento da Palavra de Deus.

O anti-intelectualismo é sobretudo decorrência de uma visão pragmatista do evangelho que busca o crescimento numérico a qualquer custo e demonstra hostilidade em relação ao trabalho realizado pelos intelectuais, como educação, pesquisa, crítica social cultura.

Passemos a uma análise-resposta à crítica enviada e publicada no blog:

1º Perceba que o crítico começa a escrever dizendo “Meu filho”. A atitude de destratar o autor com um tom arrogante e superior é típico dos pietistas que se acham espiritualmente mais evoluídos que os demais crentes e, assim, podem acusar os irmãos que têm o chamado para o estudo, ensino e o dom da sabedoria de serem frios e afastados de Deus; estratégia antiga dos anti-intelectuais.

2º O crítico citou pela metade a grande comissão, somente a parte do "Ide Pregai o evangelho" exatamente a que os anti-intelectuais (pragmatistas por excelência) gostam. Mas cometeu um erro fatal, até o mais leigos sabem a continuação da missão dada por Cristo no mesmo versículo: "ENSINANDO-OS A GUARDAR TODAS AS COISAS QUE VOS TENHO DITO..." Foi omitida a parte da Grande Comissão que o autor do texto alvo da crítica está a cumprir: ensinar as pessoas a fazer o que Jesus realmente disse e fez. (Para constar não há registro de Cristo cheirando pergaminhos...)

3º O crítico acusa o escritor de não evangelizar. O esteriótipo formado pelo movimento do anti-intelectualismo tende a classificar todo o cristão que estuda como infértil. Assim, mesmo sem conhecer o autor, o crítico faz duras críticas e dá conselhos como se habilitado para tal fosse. Meus amigos, temos relatos que o próprio texto (Cheirando a Bíblia) foi um poderoso instrumento para que alguns professores universitários ateus percebessem que nem todo o evangélico partilha das mesmas sandices pregadas pelo cheirador de Bíblias e que possuem propostas interessantes para a sociedade.

4º Outro erro pueril é que o crítico faz sérias críticas ao autor do texto porque este estaria criticando irmãos. (Critica a crítica!) Ou seja, o internauta anônimo cuspiu para o alto, olhou para cima e viu a saliva voltar para a própria testa. Pura hipocrisia.

5º O crítico se mostra irritado com as diversas citações de Calvino feitas no texto. Há apenas um problema com isso. O texto não falou nenhuma vez em Calvino (risos). Isso demonstra o natural desprezo que muitos evangélicos anti-intelectuais nutrem pelo pai intelectual da Reforma Protestante, João Calvino. Novamente em termos leigos e salivares, cospem no prato em que comeram.

6º Por fim, nosso crítico anônimo escreveu: "Para com esse negócio de Calvino" e depois ainda disse "vai fazer o que Jesus mandou". Se nosso crítico fosse um pouco mais bem informado saberia que quase tudo o que Calvino disse foi para obedecermos o que Jesus mandou. Calvino simplesmente sistematizou os ensinamentos contidos na Escritura. O crítico entrou em uma dantesca contradição porque se traduzirmos o comentário temos o seguinte: "para com esse negócio de fazer o que Jesus mandou (aquilo que o calvinismo busca) e vai fazer o que Jesus mandou".


Deus nos salve de sermos anti-intelectuais, de praticarmos e escrevermos bizarrices como essa na Igreja e no Mundo. Melhor era ter ficado cheirando a Bíblia, num Evangelho que parece funcionar, mas que ao final é caminho de morte.

 
OSEIAS 4:6 - "Meu povo foi destruído por falta de conhecimento. Uma vez que vocês rejeitaram o conhecimento, eu também os rejeito como meus sacerdotes; uma vez que vocês ignoraram a lei do seu Deus, eu também ignorarei seus filhos."

Eu preciso ser franco com você; o maior perigo que confronta o cristianismo
evangélico norte-americano é o antiintelectualismo. A mente, em seu maior e
mais profundo alcance não é guardada o suficiente. Mas a educação intelectual
não pode tomar espaço à parte de uma profunda imersão por um período de
anos na história do pensamento e do espírito. Pessoas que estão com pressa
para sair da universidade e começar a ganhar dinheiro ou servir a igreja ou
pregar o Evangelho, não têm idéia do valor infinito de se dispensar anos de
prazer conversando com as maiores mentes e almas do passado,
amadurecendo, aprimorando e ampliando a sua capacidade de discernimento.
O resultado é que a arena do pensamento criativo é renunciada e abdicada em
favor do inimigo. Quem entre os evangélicos pode se manter firme perante os
maiores acadêmicos seculares em seus próprios campos de conhecimento?
Quem entre os acadêmicos evangélicos é citado como uma fonte normativa
pelas maiores autoridades seculares no campo da história, filosofia, psicologia,
sociologia ou política? … Em favor de uma maior eficácia no testemunho de
Jesus Cristo, tal como para os seus próprios fins, os evangélicos não podem se
permitir viver na periferia da existência intelectual responsável.
Charles Malik – embaixador da ONU e filósofo.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Homem Entre Ídolos

Por Yuri Fernandes

       Certa vez, o apóstolo Paulo, ia andando em Atenas, quando chegou ao areópago, E havia se impressionado com a quantidade de ídolos no local. Eram deuses de todos os tipos e para todas as ocasiões, incluindo ainda um altar ao Deus desconhecido. Ao ver aquilo tudo, Paulo disse: “Pude ver que em tudo vocês são demasiadamente religiosos”. Julgo eu que esta é uma mensagem profundamente contemporânea, e que diz respeito ao âmago dos problemas da nossa sociedade.
         A nossa Atenas ocidental e secular, que age como se religião fosse um mero divertimento pessoal é uma das mais religiosas sociedades que existem. Ela não crê no Deus verdadeiro, mas nos ídolos criados por sua mente! Como já dizia Calvino, “O coração humano é uma fábrica de ídolos, cada um de nós, é desde o ventre materno, experto em criar ídolos”. Podemos definir um ídolo, como algo que criamos a fim de substituir Deus, que passamos a servir e que nós permitimos que nos controle. Enfim, a idolatria nada mais é do que o filho primogênito do pecado humano: após a rejeição do Deus verdadeiro, nós depositamos os anseios que deveríamos colocar n’Ele, em outra coisa, e transformamos isto em um ídolo. Porém, estes ídolos fajutos nos quais depositamos nossa confiança não conseguem satisfazer os nossos desejos mais profundos. 
            Quais são ídolos que nossa sociedade têm criado para colocar no vazio gerado pela rejeição ao Deus Verdadeiro? Em primeiro lugar, passamos a nos colocar no lugar de Deus. É o mito da autonomia. É a crença de que por nós mesmos, somos capazes de guiar a nossa história e de dotá-la de sentido! Então o fim do homem passa a ser a liberdade pela liberdade. Abortemos! Matemos! Adulteremos! Pois Deus está morto e tudo é permitido. Esquecemos no final das contas que ainda somos escravos do pecado e que nossas vontades e o nosso eu, se encontram manchados pelo pecado. Por outro lado, há o ídolo matéria. Deus não existe, só o que existe é o que é material. Tudo o que nos resta é no final das contas o desespero, pois nenhuma realidade tem sentido. Nem a liberdade tem sentido. Tudo o que nos resta é encontrar uma forma de transcender esta realidade, que no fim será sempre uma ilusão! Há ainda os ídolos do dinheiro, da beleza e do poder. Coisas que foram criadas por Deus, para complementar a vida, e que se tornam objetos de culto e adoração. Tudo se faz para ganhar dinheiro, e hoje em dia, é uma das maiores fontes de “felicidade” moderna, ou pelo menos é até o momento em que se descobre que não se pode ser feliz apenas com dinheiro. A ditadura da beleza faz com que muitos jovens passem mais tempo diante do espelho do que com outras pessoas. Eles vivem num desespero humano, de tentar ser algo que não se é, um mero padrão fútil da mídia suja e corrupta de nossos dias. E no fim, são produzidos seres que não se amam, e que diariamente estragam o seu próprio corpo em busca da concretização de seu ídolo em suas vidas. E por fim ainda há o ídolo do poder, que corrompe o homem, e o torna escravo da ilusão de autonomia! A estes está reservada a tristeza de que eles não possuem poder algum que não venham da fonte que rejeitam! 
            Qual é a solução para este problema? A solução está em olhar para si mesmo, e ver um buraco. E neste buraco vazio ver um altar. O Altar ao Deus Desconhecido. Passemos então a conhecer esse Deus que nossa alma tanto anseia, e que insistimos tanto em rejeitar! Conheçamos aquele pelo qual nós existimos, respiramos e nos movemos! Olhemos para a cruz de Cristo e rejeitemos aos ídolos da autonomia, da matéria, do dinheiro, da beleza e do poder! Aceitemos a Cristo, e passemos a deixar que ele reconcilie consigo mesmo a nossa vida, a nossa cultura e a nossa sociedade!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

TESTE: COMO SABER SE MINHA IGREJA ESTÁ CHEIA DO ESPÍRITO SANTO?

Por André Stock
Bom dia queridos leitores a resposta do teste está na Bíblia, em Atos 2:42-47, mas eu vou esquematizá-la pra facilitar:
1º - Perseveravam na doutrina dos apóstolos.
Esse é o primeiro sinal listado pela Bíblia. Uma igreja cheia do Espírito Santo não pode desconhecer os ensinos do Senhor. O estudo da doutrina, apesar de ser rejeitado por muitos é de suma importância, pois é impossível por na prática o que não se sabe na teoria. Daí o papel importantíssimo da Escola Bíblica. Ainda hoje há resistência e pouco investimento no estudo em geral dentro das igrejas, enquanto no mundo os nossos filhos têm que estudar para ser alguma coisa, nas igrejas alguns dizem que se o crente estudar vai ficar frio. Parece brincadeira, mas foi nessa lógica débil que muitos foram educados e a igreja que não estudou tornou-se hoje um quase “zé ninguém” na nossa sociedade, posição justa para o seu nível de escolaridade. A igreja cheia do Espírito é a que estuda e conhece a sã doutrina e, assim, persevera nela.

2º - Perseveravam na comunhão
Embora alguns pensem que comunhão é sorrir para os irmãos, distribuir abraços, ir às festas de aniversários do irmãos e tomar um café na casa do pastor, a palavra comunhão no original bíblico deriva de uma palavra grega (koinonia) que quer dizer comum ou comunidade. Desse modo, os crentes da igreja primitiva vendiam os seus bens para ajudar o próximo. Comunhão de verdade é se solidarizar com a situação dos irmãos mais necessitados, não apenas dando uma cesta básica que acaba no final do mês, mas dividindo os seus bens e promovendo uma maior igualdade. A ideia de comunhão de Atos é tão forte que hoje chega a chocar a nós crentes imersos numa cosmovisão capitalista e individualista. Depois leia Atos 2:44-45.

3º - Perseveravam no partir do pão
O terceiro sinal é “o partir do pão”. A Bíblia usa a expressão "partir do pão" tanto para se referir à Ceia, quanto à atitude de dar alimento ao próximo. Como a comunhão já inclui a ajuda ao necessitado, entendemos que uma igreja cheia do Espírito Santo é aquela que obedece aos comandos do Senhor e não ignora os sacramentos, preservando a sua ministração. 

4º - Perseveravam nas orações
A oração não é uma opção, mas um mandamento para o cristão. A igreja cheia do Espírito é a igreja que ora.
Acabou a lista. Esses são os quatro sinais da igreja após o pentecoste descrito em Atos. Talvez alguns estejam se perguntando onde está o falar em línguas estranhas e o crescimento exponencial.
Quanto ao falar em línguas este sinal não foi relacionado com a igreja cheia do Espírito aqui em Atos. Embora seja um dom do Espírito e que Paulo tenha nos recomendado que não devemos impedi-lo, caso o leitor queira ver algo sobre línguas estranhas deve olhar para a igreja em Corinto. Paulo no livro de I Coríntios nos diz como esse tipo de manifestação era muito comum naquela igreja desunida (I Cor. 1:10) e imatura (I Cor. 3:1-3).
Quanto ao crescimento numérico Atos 2:47 nos traz uma luz: "ENQUANTO ISSO, acrescentava-lhes O SENHOR, dia a dia, os que iam sendo salvos.” Percebam que o crescimento numérico é consequência das características anteriores e que não depende de nós, é Deus quem vai acrescer.
Oremos para que Deus possa encher a Igreja com seu Santo Espírito e que tais características possam estar cada dia mais presentes em nosso meio.

sábado, 1 de setembro de 2012

PAREM ESSES EVANGÉLICOS!


Por Leonardo Verona

Nessa semana, surgiu uma polêmica sobre um suposto filme onde o humorista Renato Aragão seria o segundo filho de Deus que realizaria a missão que Jesus não cumpriu. Essa “notícia” bombou nas redes sociais, principalmente com evangélicos fazendo campanhas contra o filme e o Renato dizendo coisas como “parem este homem”, “chega de desrespeito aos cristãos”, como podemos ver na figura ao lado.


“Na boa”, como é hilário (tem que rir pra não chorar) ver essas coisas chocarem os crentes! Aliás, na minha visão, não temos nem o direito de ficarmos chocados com isso! Afinal de contas, meus caros, somos uma igreja omissa, que não diz nada acerca da corrupção que assola nosso país, da má qualidade da educação (fora a educação totalmente secularista que temos hoje), que não estende a mão para o necessitado e para várias outras mazelas da nossa sociedade. Isso, para não dizer a omissão no que minimamente a igreja deveria fazer e não faz, como evangelizar (só em show gospel), levar a mensagem de esperança para os excluídos da sociedade (que isso irmão, eu sou santo e não me misturo com pecadores), pregar a Palavra (só mensagens de auto ajuda), zelar pela sã doutrina (doutrina? O que é isso?), etc.
Os evangélicos, em sua grande maioria, não causam impacto transformador algum na sociedade, e depois surpreendem-se quando o Didi Mocó Colesterol resolve fazer um filme herege, sendo que não estamos nem aí para as mais absurdas heresias e bizarrices que estão no nosso meio! Que ironia não? Se não iluminamos e nem salgamos o mundo com o Reino de Deus, o ato de uma pessoa, que está cega para a realidade divina, não deveria em nada nos surpreender. O que me deixa chocado é que no meio dos crentes, que se acham o suprassumo da santidade, tenham tantas heresias e blasfêmias! Parem com esses evangélicos!
Paulo disse aos Coríntios (a igreja de Corinto lembra muito a de hoje): “Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não julgais vós os de dentro? Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor. (1 Co 12 e 13). Ao tratar da disciplina na igreja, Paulo não nos adverte a nos afastarmos e julgarmos os de fora, mas sim os “malfeitores” de dentro! Com esses nem comais!
Então, caros amigos, ao invés de ficarmos o tempo todo apontando e execrando os erros dos ímpios (que são óbvios), devemos olhar para nós mesmos e cumprirmos com a nossa missão, que é levar o Reino de Deus com fidelidade para todas as áreas da vida.

Ps.: Para aqueles que possam a vir me chamar de generalista, é óbvio que existem crentes sérios e igrejas sérias, que trabalham duro para levar o Reino de Deus ao mundo perdido.